Aulas de gaita de fole por Paulo Tato Marinho – 2020 / 21

Disco

Gaitas de Fole em Portugal

de Paulo Tato Marinho

Contacto: paulotatomarinho@gmail.com

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O disco

Álbum dedicado maioritariamente ao reportório tradicional português para este instrumento também incluí originais de vários compositores. Os diversos tipos de gaitas de fole são acompanhados por instrumentos de percussão mas também por flautas, voz, viola braguesas entre outros.

Press Release

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Alinhamento

Vária

Sobre Paulo:
“In-the-bag”
Chanter Summer 2020 (em inglês)

“Paulo Marinho”
Enciclopédia da Música em Portugal no Séc.XX, ed. Circulo de Leitores (em português)
Artigos da autoria de Paulo:
“the gaita transmontana”
in Chanter Spring 2019 (em inglês)

“A gaita de foles no Mundo”
revista “Gaita de Fole” - Abril 2001 (em português)
Críticas:
Crítica ao CD I
Chanter Spring 2018 - The journal of the Bagpipe Society" (em inglês)

Crítica ao CD II
Varias publicações
Gaita de fole

A Gaita de fole

Gaita de fole é o nome usado em português para denominar um conjunto de instrumentos musicais de sopro e de palheta que têm em comum a capacidade de emitir som contínuo através de um depósito flexível de ar. A sua variedade é enorme quanto às características morfológicas e musicais, correspondendo a diferentes origens geográficas e históricas.

“Gaita”, palavra de origem incerta (germânica, latina, berbere, árabe, gaélica ou outra) é também usada para informalmente designar outros instrumentos de sopro antigos e actuais como flautas, charamelas, harmónica, clarinete, etc. “Fole”, sinónimo de saco ou bolsa, denomina o depósito flexível de ar. “Sanfonina”, “odrecilho”, “cornamusa”, “gaita”, “gaita-de-foles”, “gaita de fole” e “samponha” são alguns dos nomes que, desde o séc. XIII, se referem a diferentes tipos de gaitas de fole em Portugal.

É abundante a iconografia e documentos escritos que atestam o uso considerável do instrumento ao longo dos séculos; em 1846 um anónimo escreveu: «instrumento Gaita de Foles: os camponeses usam delle frequentes veses, nas romarias, nos casamentos, nos arraiaes, etc..» A partir do séc. XX surgem numerosas gravação sonoras.

Paulo Tato Marinho

Nasceu em Lisboa - Portugal, no ano de 1964. Dedica-se às gaitas de fole como instrumentista, professor, investigador, divulgador, compositor e construtor. Começou a tocar gaita de fole em 1982.

O seu gosto pelo instrumento nasceu no Alto Minho onde passava férias na aldeia de sua família paterna, São Pedro da Torre – Valença. Nesta zona, e abrangendo a Galiza, viu e ouviu zés pereiras e gaiteiros galegos criando desde cedo um fascínio pela gaita de fole.

Em 1983 integrou o grupo musical “Sétima Legião” e no ano seguinte o grupo de danças e cantares Anaquiños da Terra da Xuventude da Galiza – Centro Galego de Lisboa. Em 1992 foi um dos fundadores do grupo musical “Gaiteiros de Lisboa”. Em 1999 foi um dos fundadores da “APEDGF - Associação Portuguesa para o Estudo e Divulgação da Gaita de Foles”. Tem participado e colaborado em espectáculos e discos com vários projectos musicais.

Paulo Tato Marinho